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Orgulho de ser brasileiro cresceu para 83% após derrota do fascismo, aponta Datafolha

A satisfação de morar no Brasil também subiu de 59% para 74% em um ano. Já o sentimento de vergonha em ser brasileiro caiu de 21% para 16% no mesmo período

Pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (9), revelou que o orgulho de ser brasileiro cresceu neste ano de 2023, passando de 77% para 83% dos entrevistados. A satisfação de morar no Brasil também cresceu de 59% para 74% em um ano. Já o sentimento de vergonha em ser brasileiro caiu de 21% para 16% no período.

O maior orgulho de ser brasileiro, auferido agora pelo Datafolha, aproxima-se dos 89% registrados em novembro de 2010, quando Lula governava o país.

Esse orgulho maior pelo Brasil, observado esta semana, expressa uma significativa melhora em relação ao sentimento que imperou no período anterior, quando o Brasil se viu obrigado a conviver por quatro anos com o fascismo bolsonarista.

Esse grupo político, além de corrupto, entreguista e anti-povo, tinha ideia fixa de transformar o Brasil numa colônia dos EUA. Não por acaso o chefe das milícias frequentemente era visto batendo continência para a bandeira americana.

O complexo de “vira-latas” de Bolsonaro e de suas hordas é tão grande que eles acham que os brasileiros não têm condições e nem capacidade de dirigir suas empresas ou mesmo de produzir bens de consumo. Para eles, o Brasil tem que se manter como país exportador de matérias primas e importador de tudo o mais.

Não foi à toa também que neste período várias empresas brasileiras foram entregues para grupos estrangeiros. Para eles, tudo que vem de fora é melhor. Por isso esquartejaram e venderam a Petrobrás aos pedaços. Por isso venderam a Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina.

Assim é o fascismo num país como o Brasil. Eles são apátridas e entreguistas, não gostam do Brasil e nem respeitam o povo brasileiro. Defendem o arrocho salarial, a miséria, a precarização dos empregos, são corruptos e têm ódio aos sindicatos dos trabalhadores. Em suma, o fascismo bolosnarista é vende-pátria.

Eles entregam tudo o que podem, o petróleo, as terras, os minérios e as empresas nacionais. Adoram ver estrangeiros abocanhando nossas empresas e nossas riquezas. Bolsonaro chegou ao cúmulo de entregar o controle da Amazônia para o bilionário Elon Musk. A manipulação que eles faziam com os símbolos nacionais era pura demagogia. O que eles gostam mesmo é de se arreganhar para os gringos, de preferência para os americanos.

A pesquisa mostra que a mudança política ocorrida em 2022, com a vitória da democracia e o retorno do presidente Lula ao governo, fez os brasileiros voltarem a ter orgulho de seu país e também de serem brasileiros.

O momento em que a correlação quase se inverteu nesses 23 anos, e quase a metade dos entrevistados sentiu vergonha de ser brasileiro, foi junho de 2017, durante o governo Michel Temer (MDB), que preparou a chegada de Bolsonaro, mostra o Datafolha.

Na ocasião, houve um inédito empate, com 50% dizendo ter mais orgulho do que vergonha de ser brasileiro e 47%, o contrário. Na média das 32 pesquisas em que a questão foi colocada, 76% se dizem mais orgulhosos e 22%, mais envergonhados de sua condição de brasileiro.

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