Greve geral ao vivo: acompanhe paralisações e protestos pelo país

Em todo o Brasil, trabalhadores de diversas categorias prometem cruzar os braços, nesta sexta-feira, 14, contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos. Organizada pela CUT e demais centrais sindicais – CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, UGT, Nova Central, CSP-Conlutas e Intersindical -, a greve ganhou a adesão de bancários, professores, metalúrgicos, químicos, portuários, metroviários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, trabalhadores da educação, da saúde, servidores públicos federais, estaduais e municipais, entre outras categorias que aprovaram a paralisação em assembleias.

 

Acompanhe ao vivo as paralisações e protestos contra a reforma da Previdência

 

05:30- CPTM opera normalmente em SP

Na noite de quinta-feira, os ferroviários da Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM), que haviam aprovado a adesão à greve, em assembleia, anunciaram funcionamento normal do serviço e uma estratégia especial para compensar a paralisação do Metrô. Os trens começaram a circular às 4h, como de costume.

 

05:10 – Trabalhadores do transporte aderem à greve geral na maioria dos estados

Em todo o país, trabalhadores do setor de transporte, bancários e professores anunciaram que vão aderir à greve geral contra o projeto de reforma da Previdência. Motoristas, cobradores, metroviários, ferroviários, portuários e demais categorias ligadas ao ramo do transporte de diversos estados já aprovaram a adesão em assembleia. Nas principais capitais (São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro), os funcionários de empresas de transporte prometem cruzar os braços.

Confira aqui onde o setor de transporte anunciou que vai parar, segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

05:01 – Segurança no Planalto

O Planalto terá esquema de segurança extra, em função da greve geral marcada para esta sexta-feira, 14, segundo a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República. No Diário Oficial da União, Sergio Moro autorizou o uso da Força Nacional para proteger a sede do Ministério da Educação (MEC), visando “a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na defesa dos bens e dos próprios da União”

Ministério da Educação (MEC)

 

Fonte: veja.abril.com.br/economia/greve-geral-ao-vivo-acompanhe-paralisacoes-e-protestos-pelo-pais